quinta-feira, 12 de fevereiro de 2015

12 de Fevereiro

Hoje escrevo-te tarde.
Já deves dormir, assim espero. Sinal que estás descansada.


Hoje foi o dia em que me escreveste um dos emails mais bonitos de sempre. De sempre. Entrei no teu delírio e foi magnifico. Li-o mais do que uma vez em horas distintas para o saborear. Uma das vezes abri para ler uma frase aleatória e só isso. Tornaste-te ainda mais do que o que és e eu não sabia que isso era possível porque és tanto. E agora ainda mais, querida mãe. Ponho-te na pintura mais linda que existe, quem nem existe, e isso é superior.


Hoje foi o dia em que mudei de casa pela oitava vez desde que estou em Belo Horizonte (se não contarmos com o período que estive em Berlim; aí seriam nove mudanças). Deve ser hereditário.


Estou aqui nos condôminos e peço para ir à casa de banho e deparo-me com a seguinte sinalização na porta:



Diz me se não é no mínimo cómico!!


Este aviso, resolvi postar aqui para rir um pouco. Acho engraçado cada post assumir uma escrita diferente. Às vezes é dirigido a ti, outras vezes são ficções, outras vezes poemas e desta vez tem esta foto que é uma piada pronta!!


No entanto, a verdade é que prefiro os post que me fazem pensar. Parece que esses são os que me põe mais perto de ti. Estes, como o de hoje, são banais... Quotidianos... Cansam-te? São vazios?





Oh mãe!

Gosto muito de ti!

Muito, mãe, e do fundo do meu coração espero que estejas o melhor possível!!!

Anseio o nosso abraço...

Oh mãe!

Gosto muito de ti!

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